A ACCROM Estratégias em Comércio Exterior segue ampliando sua presença como fonte de informação, inteligência e soluções para empresas que atuam ou desejam atuar no mercado internacional. Uma análise assinada por Cristiane Fais, CEO da ACCROM e coordenadora do Núcleo de Comércio Exterior do CIESP, ganhou espaço no portal Tempo de Safra, veículo especializado e referência em informações relacionadas ao agronegócio brasileiro.
O artigo, intitulado “Balança comercial positiva expõe força do interior paulista e do Centro-Sul na potência exportadora brasileira”, aborda o papel estratégico das regiões produtoras na construção dos resultados positivos do comércio exterior nacional.
A publicação reforça uma atuação que faz parte do posicionamento da ACCROM: unir experiência operacional em importação, exportação e logística internacional à produção de informação capaz de auxiliar empresários na tomada de decisões.
O artigo completo publicado pelo Tempo de Safra pode ser acessado em:
https://tempodesafra.com.br/balanca-comercial-positiva-expoe-forca-do-interior-paulista-e-do-centro-sul-na-potencia-exportadora-brasileira-2/
Interior paulista também é protagonista do comércio exterior brasileiro
A análise publicada pelo Tempo de Safra parte dos resultados recentes da balança comercial brasileira para mostrar algo que nem sempre aparece quando o comércio exterior é observado apenas pelos portos ou pelos grandes centros econômicos.
Por trás de cada operação de exportação existe uma extensa cadeia envolvendo produção, indústria, tecnologia, armazenagem, transporte, documentação, planejamento tributário, logística e estratégia comercial.
Nesse cenário, o interior de São Paulo e o Centro-Sul brasileiro possuem participação fundamental.
Entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) apresentados no artigo, o Brasil exportou US$ 250,86 bilhões, crescimento de 10,3% em comparação com o mesmo período de 2025. O saldo comercial chegou a US$ 55,32 bilhões.
Para Cristiane Fais, compreender esses números também significa compreender a origem dessa capacidade produtiva.
“Quando olhamos para a balança comercial brasileira, é importante entender que o resultado não acontece apenas nos portos ou nos grandes centros financeiros. Existe uma cadeia produtiva inteira por trás de cada dólar exportado”, destaca a CEO da ACCROM.
Essa cadeia está diretamente conectada a cidades e polos industriais do interior, incluindo regiões como Ribeirão Preto e Sertãozinho, fortemente relacionadas ao agronegócio, à indústria de máquinas e equipamentos e, especialmente, ao setor sucroenergético.
Comércio exterior exige estratégia além da produção
Ter um produto competitivo é apenas uma das etapas necessárias para conquistar mercados internacionais.
Uma operação de comércio exterior envolve decisões sobre transporte internacional, armazenagem, desembaraço aduaneiro, seguros, fornecedores, custos logísticos, documentação, legislação, regimes aduaneiros e planejamento da importação ou exportação.
É justamente nessa conexão entre produção e mercado internacional que empresas especializadas em comércio exterior exercem um papel estratégico.
Como destaca Cristiane:
“Não adianta termos uma produção competitiva dentro da porteira e uma indústria eficiente se o produto perde competitividade no caminho até o comprador internacional.”
Fretes, disponibilidade de transporte, ferrovias, terminais, capacidade portuária, armazenagem, tempo de espera e previsibilidade podem impactar diretamente o custo final de uma operação.
Por isso, mais do que movimentar uma carga de um país para outro, uma estratégia eficiente de comércio exterior precisa analisar toda a cadeia.
ACCROM: informação e soluções em comércio exterior
A presença da ACCROM em veículos especializados como o Tempo de Safra faz parte de um movimento de ampliação da atuação da empresa como fonte de informação sobre comércio exterior no Brasil, ao mesmo tempo em que fortalece sua oferta de soluções para negócios nacionais e internacionais.
Com atuação em diferentes frentes do Comex, a ACCROM atende empresas que precisam estruturar ou aprimorar suas operações de importação e exportação, oferecendo suporte em áreas como logística internacional, transporte marítimo e rodoviário, armazenagem alfandegada, seguros internacionais, sourcing, courier, operações back-to-back, inspeção pré-embarque e estratégias para redução de riscos relacionados a demurrage e detention.
Essa experiência prática permite que a produção de conteúdo da empresa esteja diretamente conectada aos desafios enfrentados diariamente pelos empresários.
Temas como DUIMP, custos de importação, exportação, legislação aduaneira, logística portuária, câmbio, acordos comerciais, riscos geopolíticos e mudanças regulatórias fazem parte de um ecossistema de informação que a ACCROM vem desenvolvendo por meio de artigos, entrevistas, análises, participação na imprensa e do podcast Comex Sem Fronteiras.
Informação também gera competitividade
No comércio internacional, informação pode representar redução de custos, prevenção de riscos e identificação de oportunidades.
Mudanças regulatórias, alterações tributárias, congestionamentos portuários, novas rotas, acordos internacionais ou transformações na demanda mundial podem modificar rapidamente a viabilidade de uma operação.
Por isso, a ACCROM busca combinar inteligência de comércio exterior com execução operacional, aproximando conhecimento técnico da realidade de empresas de diferentes regiões do Brasil.
A publicação no Tempo de Safra amplia esse trabalho e leva a discussão sobre exportação, infraestrutura e competitividade para um público diretamente ligado a uma das maiores forças econômicas brasileiras: o agronegócio.
Como resume Cristiane Fais:
“O Brasil já demonstrou que tem capacidade de produzir em escala e competir internacionalmente. O que precisamos é transformar essa vantagem produtiva em vantagem logística e comercial permanente.”
Para a ACCROM, esse é também um dos principais desafios do comércio exterior brasileiro: transformar potencial produtivo em negócios globais mais seguros, eficientes e competitivos.




